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sejam bem vindos!a este cantinho...

sejam bem vindos!a este cantinho...

terça-feira, 29 de junho de 2010



Não tem nome essa sensação de estar fazendo a coisa certa, de ter corrigido possíveis erros, de saber que mudanças são coisas próprias da vida e que sem elas a gente não ia aprender nada, muito menos crescer naquilo que a gente tanto deseja. 
Hoje mais que ontem tive a delicíosa certeza que um novo ciclo começa, repleto de coisas boas, com a alma lavada, livre de tudo que me faça mal e daquilo que possa dificultar qualquer coisa, joguei fora tudo que pude e vou tentando eliminar o que não foi de imediato. 
A cada dia que passa, tudo fica mais leve, as ideias me fazem perceber que a gente pode sempre mais do que pensa, que aquilo que tá guardado vem sempre maior do que a gente esperava, e eu fico muito feliz por saber disso.

9 comentários:

Nilce disse...

Cida

Voe, viaje, VIVA!

Lindos os posts de hoje, como sempre.

Bjs no coração!

Nilce

Lórah Claus disse...

isso mesmo.. eu prefito ser esta metamorfose ambulante...
mudar é necessário para viver.. sábias palavras..
grande beijo keridaa
Lórah

Janetinha disse...

Lindo post! Cheio de entusiasmo!! Bjos.

Chica disse...

A consciência que podemos sempre mais e mais e podemos mudar,melhorar sempre, é legal e nos faz ir avante.LINDO!beijos,chica

Pelos caminhos da vida. disse...

Lindo, lindo.

Mudanças são sempre bem vindas.

beijooo.

Pelos caminhos da vida. disse...

Vc já visitou esse blog aqui:

http://meninaspoderosasdoblog.blogspot.com/

Ainda não! Está esperando o que?

Vc vai gostar!

beijoo

Marilu disse...

Querida amiga, nossa força de pensamento pode mudar tudo o que queremos. Lindo texto..Beijocas

j maria castanho disse...

Décimo Oitavo Cálice

Quando até a literatura é estrangeira
Na regra dos noves fora mais antiga
É condição redobrada ser a primeira
A contar de quanto trauteio a cantiga
De ficar absorto a soletrá-la pertinaz
Já que o corpo por repouso tudo aceita
Incluindo ler, que só à mente deleita,
Seja a tarde longa e calma ou fugaz
Que sempre voará se no fazer apraz.

Medido o tempo por esta clepsidra
Onde cada segundo é uma frase lida
A pingar da pipeta do entendimento
Tece enredos quem só decepa a Hidra
Lhe sega as cabeças do medo à vida
Tira à serpente gigante o tormento
E lhe dá em troca o jeito sagaz melado
De um S com asas dito voo soletrado
E no sibilo de uma língua enrolado.

A primeira letra de um nome, portanto
Só anda repetido adiante, se avança
Revestido na aliança serena do canto
Em que o compasso é passo e balança
Braço dado fazendo do par a esperança
Deste Alentejo como um lamento cantado
Na sesta amena ao ritmo arado do beijo
Que é outro tanto do canto do S no desejo.

Boca a desenrolar-se é só mandorla da fé
Num zero que a cabala indica, mas que é
O seixo do ábaco se a unidade multiplica
Por dez, por cem, por mil e até o infinito
Estica, dando ao ver o que só se acredita
Existir, sendo esse anel o aro de espírito
Suficiente à matéria como forma de lente
Prà visão num oito alcançar o ponto fito
Que nunca é visto só pelo olhar da gente.

Quem já viu longe e para lá do horizonte
Que a eternidade tem por coisa tão certa
Como uma árvore, colina, rio, ou monte
Habitado por família unida, sã e desperta?
Então, esse sabe até reconhecer a aresta
Que há no distante Sol cuja seta acerta
Raio de alerta e sobre a alma o rio apresta
Ao tempo contínuo, sem fim, sólida ponte!

legalmente loira... disse...

oi amiga,
lindas mudanças..
a vida é feita delas.
seria muito chato caso nada de novo
não acontecesse.
viva, esplore, dançe...
seja feliz...
lindo dia com carinho e bjos.